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Cursos e
Especializações

Formação em
Medicina

Formada em medicina pela Universidade Federal do Ceará – UFC

Residência em Ginecologia e Obstetrícia

Realizou residência médica na área de Ginecologia e Obstetrícia na Universidade de São Paulo – USP

Especialização em Uroginecologia e Cirurgia Ginecológica

Realizou especialização em Cirurgia Ginecológica e Uroginecologia no Hospital das Clínicas – Universidade de São Paulo.

Especialidades

ginecologia
Ginecologia

Cuida da saúde da mulher, tratando doenças do sistema reprodutor (útero, vagina, ovários e trompas) e mamas. O acompanhamento começa na infância e vai até a terceira idade.

obstetricia
Obstetrícia

Lida com fatores relacionados à gestação. Cuida de pacientes, desde a pré-concepção, pré-natal, parto e puerpério, valorizando a saúde e bem estar da mamãe e bebê.

urogenicologia
Uroginecologia

Subespecialidade que envolve urologia e ginecologia com o objetivo de tratar disfunções do sistema urinário feminino e assoalho pélvico.

cirurgia-minimamente-invasiva
Cirurgia Minimamente Invasiva

Esse procedimento é utilizado na ginecologia para acessar a cavidade abdominal, pélvica e uterina, com menores cortes, acesso através de óticas ou por via vaginal, como alternativas às cirurgias com incisões abdominais clássicas.

Na Mídia

Postado 06/18/21

Dra. Débora Oriá
O útero retrovertido, também conhecido como útero invertido, é quando o órgão fica virado para trás, ou seja, voltado para as costas e não para a frente. Na maioria das mulheres o útero faz uma curvatura para frente voltado para a bexiga, anteverso flexão, e em algumas mulheres ele pode estar com essa curvatura voltada para trás, retroversão, ou não ter essa curvatura.O útero invertido acontece por pré-disposição genética. Porém, após a gestação, o útero pode mudar sua posição. Na grande maioria das vezes é apenas uma variação anatômica, sem nenhuma repercussão clínica. Essa diferença anatômica não interfere na fertilidade da mulher. Inclusive, muitas pacientes só descobrem que o órgão está invertido, durante a realização de exames de rotina, pois não sentem dor ou qualquer outro sintoma.Já em situações em que mulheres com útero invertido sentem dores para evacuar, na relação sexual ou durante exame ginecológico, necessitam de avaliação complementar e investigação para endometriose, pois podem ser aderências que estão retraindo o útero e colocando ele para trás. Neste caso, após avaliação médica, pode ser indicado uma cirurgia para o tratamento.Dra. Débora Oriá - CRM 158985☎️Agendamento de consultas: (11) 30712843 ou (11) 945366000#saúdedamulher #saudedamulher #ginecologista #examepreventivo #PlanejamentoFamiliar #checkup ... Ver maisVer menos

Postado 06/15/21

Dra. Débora Oriá
O período após o parto, chamado puerpério, gera muitas dúvidas e insegurança nas mulheres. O resguardo tem duração de 45 a 60 dias após o parto, e demanda muito da mulher que está retornando o seu corpo pré-gravídico, sofrendo alterações físicas e emocionais enormes.Mas como deve ser a alimentação da mulher neste período? Existem alimentos que ajudam ou atrapalham na recuperação?✅Prefira:- Alimentos fontes de ferro (carnes, aves, ovos, vegetais verdes escuros, feijão, beterraba e melado de cana);- Beba bastante água (ajuda no aumento da lactação); - Aveia, banana, frutas vermelhas, gergelim e laticínios. ❌Evite: - Bebidas alcoólicas e cafeína; - Excesso de laticínios e comidas de difícil digestão.🚨Importante: algumas das vitaminas que estavam sendo utilizadas da gestação podem ser mantidas. Converse com o seu médico. Dra. Débora Oriá - CRM 158985#gravidez #gravida #puerpério ... Ver maisVer menos

Postado 06/11/21

Dra. Débora Oriá
Para muitas mulheres, a segura vaginal surge após a menopausa devido à queda da produção de hormônios. Porém, essa secura pode aparecer em mulheres de qualquer idade, causando desconforto durante a relação sexual. Esta alteração pode ser causada no pós-parto, durante a amamentação, por métodos anticoncepcionais hormonais e por fator psicológico. Para tratar a secura vaginal é importante que a causa seja identificada. O tratamento adequado será indicado pelo médico. Porém, é possível minimizar os sintomas fazendo reposição hormonal, radiofrequência ou laser vaginal, usar hidratantes e gel lubrificante durante o contato íntimo. Dra. Débora Oriá - CRM 158985Ginecologista, Obstetra e Uroginecologista ... Ver maisVer menos

Postado 05/27/21

Dra. Débora Oriá
Após uma determinada idade, o organismo da mulher passa a produzir menos colágeno e elastina, as proteínas responsáveis por dar sustentação e elasticidade aos tecidos. Com isso, algumas partes do corpo sofrem com essa diminuição, inclusive a região íntima, causando a flacidez na vagina. Vários são os tratamentos que podem auxiliar no rejuvenescimento íntimo, remodelando a área genital de forma não invasiva, segura e indolor, entregando uma forma de energia como o laser ou a radiofrequência.Esses métodos estimulam a produção de colágeno, das fibras elásticas e dos vasos sanguíneos locais, por meio da aplicação de energia local. Este procedimento é indicado para: - Ressecamento vaginal;- Flacidez externa da vulva; - Sensação de vagina larga; - Fissuras vulvares; - Corrimentos persistentes; - Desconforto durante as relações sexuais;- Incontinência urinaria. O rejuvenescimento íntimo pode ser feito por mulheres de todas as idades. Antes do início do tratamento, é necessária uma consulta com o ginecologista.Tem alguma dúvida sobre este assunto? ⠀Deixe aqui nos comentários! ⠀Dra. Débora Oriá - CRM 158985☎Agendamento de consultas: (11) 30712843 ou (11) 945366000 ... Ver maisVer menos