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Adenomiose é frequente em mulheres com mais de 35 anos e que já engravidaram

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A adenomiose precisa da presença do estrogênio (hormônio feminino), sendo assim seus sintomas acabam na menopausa.

O útero é formado por três camadas: interna (endométrio), intermediária (miométrio) e externa (serosa). Por razões ainda não explicadas pela medicina, algumas mulheres possuem crescimento da camada interna do endométrio, que é um tecido glandular, dentro da camada intermediária (miométrio) do tecido muscular. Essa doença recebe o nome de adenomiose.

No passado chegou a ser conhecida como “endometriose interna” ou “endometriose do útero”, mas hoje sabemos que são doenças distintas, apesar de haver uma correção e maior incidência de endometriose nas pacientes com adenomiose.

Para se desenvolver, a adenomiose precisa da presença do estrogênio (hormônio feminino), sendo assim seus sintomas acabam na menopausa e pode coexistir com outras doenças, como a endometriose, miomas e pólipos.

A adenomiose nem sempre apresenta sintomas e o grau é muito variável para cada paciente. Os sintomas são: sangramento menstrual excessivo com o aumento da quantidade e duração do fluxo menstrual, cólicas intensas durante a menstruação, desconforto pélvico acentuado no período pré-menstrual. Há também uma correlação com infertilidade.

O diagnóstico é realizado pelo ginecologista após observar os sintomas relatados pela paciente e complementando a investigação com ultrassonografia transvaginal. A imagem ultrassonográfica revela um útero aumentado de tamanho, mas não há presença de nódulos (miomas), mas sim áreas de infiltração do endométrio na camada do miométrio.

A adenomiose não afeta de forma direta a gravidez, ou seja, não causa complicações para o feto ou torna a gestão de risco. Porém, ela pode trazer dificuldades para engravidar e risco de aborto precoce.

Após confirmado o diagnóstico de adenomiose, o ginecologista irá escolher o melhor tratamento de acordo com o histórico da paciente que pode ser: clínico (analgésicos e anti-inflamatórios prescritos pelo médico), hormonal (pílula anticoncepcional, injeção anticoncepcional ou DIU Mirena) e cirúrgico.

Se você apresenta esses sintomas marque uma consulta com o ginecologista da sua confiança. Cuide-se!

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