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Pré-eclâmpsia: os riscos da hipertensão na gravidez

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Os riscos da hipertensão na gravidez

A hipertensão na gestação pode comprometer a saúde da gestante e do bebê. Com causas ainda desconhecidas, a pressão da grávida sobe muito, podendo provocar edema cerebral e convulsão. A pré-eclâmpsia geralmente acontece após a 20ª semana de gravidez e desaparece até 12 semanas após o parto.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, a hipertensão é responsável por 13,8% das mortes de grávidas no Brasil, sendo a principal causa de morte durante a gestação no país.

 

Causas

Como falamos, a causa ainda é desconhecida, porém, acredita-se que a pré-eclâmpsia é um processo deficiente de desenvolvimento da placenta, o que causa um desequilíbrio na troca de oxigênio e nutrientes entre a mãe e o feto.

Como reação, a placenta começa um processo de contração dos vasos sanguíneos, levando ao aumento da pressão arterial. Esse aumento da pressão pode ainda causar lesões no fígado, rins e pulmão.

 

Sintomas

Os principais sintomas da pré-eclâmpsia são: ganho de peso excessivo; inchaço, principalmente nas mãos e no rosto; dor de cabeça e vista embaçada.

Em casos mais graves, gestante sente ainda dor abdominal, falta de ar, náuseas ou vômito e convulsão.

A gestante pode não observar o aumento da pressão arterial até que ela esteja alta, por isso é importante o acompanhamento médico.

 

Tratamento de pré-eclâmpsia

Se a pré-eclâmpsia for confirmada pelo médico, o especialista irá pedir que as visitas ao consultório aconteçam com mais frequência. Os exames de sangue, ultrassonografia e monitoramento da frequência cardíaca devem acontecer mais vezes do que seria recomendado para a gravidez.

Além disso, algumas mudanças no estilo de vida precisam acontecer, como: ingerir pouco sódio, manter o peso, dormir bem e manter uma rotina de caminhadas.

O repouso absoluto também pode ser indicado pelo médico. Assim que o bebê nasce, a pressão arterial deve retornar ao normal.

 

Prevenção

Existem fatores de riscos associados que devemos vigiar, como a obesidade, idade materna, história familiar de pré-eclâmpsia e hipertensão, além que marcadores bioquímicos e medidas ultrassonográficas que associado a avaliação clínica podem levar a indicação do uso de medicações como a aspirina para a prevenção da pré-eclâmpsia. Outras medidas fundamentais são a prática de atividade física e controle de peso, medidas que também protegem contra a hipertensão na gestação.

 

Dra. Débora Oriá – CRM 158985
Ginecologista, obstetra e uroginecologista

 

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